Proposições Legislativas

Vale a Pena Ler de Novo

Em recente seminário de segurança pública, realizado na Fundação Armando Álvares Penteado, em São Paulo, VS.Exa. manifestou-se sobre a insegurança decorrente do conjunto que deságua na criminalidade violenta, próxima de se transformar em uma neurose coletiva.

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Advocacia Preventiva

Não se discute a Legalidade do porte de arma de fogo de "uso permitido e restrito (P.40)" por policiais, mesmo fora de serviço, desde que estejam também de posse do CRAF (Certificado de Registro de Arma de Fogo), registrado no SINARM (policial civil e federal) ou SIGMA (militares estaduais) e expedidos pelas respectivas Instituições a que pertençam.

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Representatividade

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Associação dos Oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais

GOVERNO PAULISTA ESTUDA CRIAR FUNDO PARA AÇÃO ANTIDROGA

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O governo de São Paulo estuda criar um fundo específico para financiar a prevenção e o combate às drogas.

Após passar por outras secretarias do governo, a proposta terá de ser encaminhada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) para a Assembleia Legislativa.

IMPOSTO DE BEBIDAS

A decisão de como esse fundo deve ser alimentado ficará a cargo da Assembleia. Mas no governo, a proposta é que ele seja composto por parte do dinheiro do ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) cobrado das bebidas alcoólicas e dos cigarros. Outra proposta adicional é que esse fundo também receba parte da verba que é gerada por leilões de bens de traficantes feitos pela Justiça. Um dos objetivos da criação do fundo é trazer mais autonomia às ações antidrogas do Estado. Atualmente, a verba dos leilões feitos pelo Tribunal de Justiça, por exemplo, são direcionadas para o Fundo Nacional Sobre Drogas.

Só uma parte desse dinheiro (até 80%) volta para o Estado. Mas, para isso, é preciso que o governo apresente à União um projeto específico para o uso dos recursos. Apesar da recente intervenção policial na cracolândia, o foco da nova política de drogas de São Paulo não deverá ser a esfera criminal e, sim, o tratamento dos dependentes e ações de prevenção, segundo apurou a Folha.